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SynthID Detector: como checar se uma foto, vídeo ou áudio foi feito por IA

Onde fica o detector grátis do Google, quais IAs ele reconhece, o passo a passo para checar um arquivo e o que fazer quando o resultado der negativo.

3 min de leitura
SynthID Detector: como checar se uma foto, vídeo ou áudio foi feito por IA

O que você vai aprender

Em 07/10/2026 o Google abriu para todo mundo o SynthID Detector, no site synthid.com. É gratuito: você envia uma imagem, um vídeo ou um áudio, e ele procura uma marca d'água invisível que as IAs do Google colocam em tudo o que geram.

Essa marca não aparece a olho nu nem se ouve. Ela fica escondida no próprio arquivo, e só um programa que sabe onde procurar consegue achar.

Este guia mostra o passo a passo para checar um arquivo, quais IAs deixam essa marca, por que um resultado negativo não prova nada e o que fazer quando a dúvida continua.

O passo a passo

  1. Abra https://synthid.com no navegador do computador ou do celular.
  2. Envie o arquivo que você quer checar: imagem, vídeo ou áudio.
  3. Espere a análise. O site diz se achou ou não a marca SynthID.

Por enquanto o site está só em inglês. Se precisar, use a tradução automática do navegador: o fluxo é curto e não tem pegadinha.

Dica: sempre que possível, envie o arquivo original, não um print da tela. O print gera uma imagem nova, e o resultado fica menos confiável.

Quais IAs ele reconhece

O detector lê a marca SynthID, que aparece em conteúdo gerado:

O que ele NÃO pega

Esse é o ponto mais importante do guia. O detector só enxerga a marca SynthID. Ficam de fora:

Ou seja: uma imagem feita por IA pode passar pelo detector sem acusar nada.

Como ler o resultado

ResultadoO que significa
Achou a marcaForte indício de que o arquivo (ou parte dele) saiu de uma IA que usa SynthID
Não achou a marcaSó quer dizer que não há marca SynthID. Não prova que é real

Resultado positivo é uma informação útil. Resultado negativo é ausência de informação.

Quando a dúvida continua

Use o detector como uma pista a mais, nunca como veredito. Junto com ele, faça as perguntas de sempre:

  1. Quem mandou isso? Pessoa conhecida, perfil oficial ou corrente sem autor?
  2. De onde veio? Procure a mesma imagem numa busca reversa (Google Lens, por exemplo) para ver onde ela apareceu primeiro.
  3. Alguém confiável publicou o mesmo fato? Notícia verdadeira costuma sair em mais de um veículo.
  4. O conteúdo pede pressa? "Compartilhe antes que apaguem" é sinal clássico de golpe.

Se depois disso a resposta ainda for "não sei", a regra mais segura é não repassar.

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